Milhares de manifestantes se reuniram na capital argentina de Buenos Aires nesta terça-feira (24) para marcar os 50 do golpe militar do país, um dia que se tornou feriado nacional em homenagem às cerca de 30 mil pessoas que desapareceram durante a chamada “Guerra Suja” da ditadura.
Imagens de drones mostraram manifestantes marchando em direção à icônica Plaza de Mayo, muitos carregando fotos de entes queridos que desapareceram durante os sete anos de regime militar que começaram com o golpe de 24 de março de 1976.
As pessoas carregavam cartazes com os dizeres “Nunca Mais” e “São 30 mil”, enfatizando o lema de lembrança para as vítimas da ditadura.
Manifestações de solidariedade e lembrança, incluindo faixas com os dizeres “Julgamento e Punição” e homenagens das gerações mais jovens, ressaltaram a importância duradoura da data na memória coletiva da Argentina.
O retorno da Argentina à democracia em 1983 marcou o fim da ditadura, mas os impactos econômicos e sociais persistem. Só Milei acha que ela foi necessária.
Argentinos foram às ruas no dia que marca os 50 anos do golpe militar
Manifestantes vão às ruas em Buenos Aires nos 50 anos do golpe militar, nesta terça-feira (24) • Tobias Skarlovnik/Getty Images