Março é o mês da mulher. Mas os números falam mais alto que os discursos.
Foram 1.518 feminicídios no último ano. Quatro mulheres mortas por dia no Brasil. Desde 2015, mais de 13 mil vidas foram interrompidas apenas por serem mulheres.
Só em 2025, mais de 83 mil estupros já foram registrados. E especialistas apontam que apenas 10% dos casos chegam à polícia. A violência é muito maior do que aparece nas estatísticas.
Celebrar é justo. Mas proteger é urgente.
A mulher trabalha, sustenta famílias, move a economia e constrói o país. Ainda assim, vive sob medo constante — dentro e fora de casa.
Proteger é o verbo. Mulher é vida. E vida não pode ser estatística.