Eva, pela revolta, quer voltar ao “Paraíso”

por Canal Cat

A desembargadora Eva do Amaral Coelho, da 3ª Turma de Direito Penal do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), gerou polêmica ao afirmar em sessão (09/04/2026) que a limitação de “penduricalhos” (vantagens/benefícios) pelo STF levará magistrados a um “regime de escravidão”. A magistrada, que recebeu R$91 mil líquidos em março de 2026, criticou a restrição de verbas extras.
É que o STF restringiu benefícios que superam o teto constitucional (R$46.366,19), permitindo apenas até 35% de verbas extras.
A desembargadora Eva Coelho, do TJPA, criticou a “estigmatização” da categoria e mencionou que juízes não conseguirão pagar contas com o corte dessas verbas, chamando a situação de “[…] regime de escravidão”.
Apesar da fala, dados apontam que a magistrada recebeu mais de R$1 milhão no acumulado de 2025, com meses superando R$100 mil líquidos, devido a gratificações e vantagens eventuais.
A comparação foi duramente criticada nas redes sociais e por diversos setores, sendo vista como banalização do conceito de escravidão, que no Brasil refere-se a condições análogas ao trabalho forçado, jornada exaustiva e violação de direitos humanos.
Ela se esqueceu de passar o número do Pix.

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