Eduardo Bolsonaro se complicou ainda mais no caso do filme Dark Horse, produção que contará a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Depois de negar ou minimizar sua participação no projeto, o deputado federal cassado admitiu nas redes sociais que assinou contrato com poderes de gestão financeira sobre a obra.
Na prática, Eduardo confirmou o ponto central revelado pelo Intercept Brasil: sua participação não era apenas simbólica ou informal. Havia contrato, função definida e influência direta sobre a administração financeira do filme.
A admissão muda o peso político do caso. O que antes poderia ser tratado como denúncia jornalística passou a ser uma confirmação feita pelo próprio envolvido.
O filme que pretendia reforçar a imagem de Jair Bolsonaro acabou abrindo nova crise para o clã. No roteiro político da família, Dark Horse começa a parecer menos um filme biográfico e mais um novo capítulo de desgaste.
Bananinha se embanana: assinou o contrato
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