Farmácia Municipal é alvo da “fábrica”de denúncias

por Canal Cat

O “repórter” alugado para denúncias contra o prefeito falou da falta de medicamentos na Farmácia Municipal de Catalão. Ouviu reclamações e sequer procurou ouvir o outro lado. Coisas do pseudo jornalismo que uns e outros andam praticando na cidade.


Um dos reclamantes – um senhor idoso – foi informado de que o remédio dele estaria disponível neste dia 8 de agosto, dentro do calendário feito para ele, seguindo prescrições.


Tivesse tal repórter a ética de ouvir os responsáveis pela farmácia, saberia que, eventualmente, ocorrem períodos pontuais de desabastecimento, especialmente relacionados ao atraso no fornecimento pelas empresas contratadas. Isso sempre aconteceu e acontece. Não poucas vezes o problema foi vivido na administração do então prefeito Adib Elias, cujas reações de indignação são bem conhecidas por todos.
Atrasaram, por exemplo, na entrega das tiras reagentes, do Ácido Valpróico ou da Sertralina. Há distribuidoras que provocam atrasos propositadamente, pleiteando o realinhamento de preços.


O dito repórter não ouviu as demais pessoas atendidas ali. Só um ou outro caso de descontentamento. Não ouviu a maioria. Críticas foram feitas. Leviandade. Não se deve julgar o atendimento de uma repartição por conta de um ou dois casos, mas pelo geral.


Tivesse procurado se informar, como é do dever do bom profissional, iria saber que está em fase final o pregão eletrônico de compras e que, nas UBS, o abastecimento está regularizado.


Saberia que, entre janeiro e julho deste ano, a Farmácia Municipal realizou 72.976 dispensações de medicamentos, atendendo 73.023 pacientes. Saberia que a Farmácia Municipal, de 2008 até hoje, já distribuiu 2 milhões 880 mil ítens farmacêuticos e que tem prestado importantíssimo serviço à nossa comunidade.


Mas, esperar o que de quem foi programado e é regiamente pago para falar mal?

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