A Suécia deixou boa impressão na estreia da Copa do Mundo ao atropelar a Tunísia por 5 a 1, no Estádio El Gigante de Acero, em Monterrey, no México. O placar foi construído por jogadores talentosos, mas também por uma tecnologia que hoje participa de praticamente todos os lances decisivos do futebol moderno.
Dentro de campo, os suecos foram amplamente superiores. Ayari, filho de pai tunisiano e dono de dupla nacionalidade, marcou dois gols e foi o principal destaque da partida. Por respeito às suas origens, sequer comemorou o primeiro deles. Isak e Gyökeres, as principais estrelas da seleção escandinava, também deixaram suas marcas, enquanto Svanberg completou a goleada.
A pressão sueca começou cedo. Aos sete minutos, Ayari abriu o placar aproveitando rebote após jogada iniciada por Gyökeres. Isak ampliou ainda no primeiro tempo, mas a Tunísia descontou com Rekik antes do intervalo e chegou a alimentar a esperança de reação.
A ilusão durou pouco. Gyökeres marcou o terceiro após erro do capitão tunisiano Skhiri, desmontando qualquer possibilidade de equilíbrio. Depois veio um dos símbolos do novo futebol: o quarto gol, anotado por Svanberg, inicialmente anulado por impedimento e validado pelo VAR. A máquina corrigiu o humano. Nos acréscimos, Ayari fechou a conta com um belo chute colocado.
Com a vitória, a Suécia assumiu a liderança do Grupo G, com três pontos. Holanda e Japão aparecem logo atrás, com um ponto cada após o empate por 1 a 1. A Tunísia amarga a lanterna.
Fechando rodada de muitos gols, Suécia goleia a Tunísia
Isak e Gyökeres comemoram um dos gols da Suécia sobre a Tunísia Hector Vivas - FIFA/FIFA via Getty Images